Hidrogênio verde – Um lero-lero para os muito ricos?

Subitamente, surgiu uma nova conversa fiada para o controle das emissões globais causadoras de mudanças climáticas: o hidrogênio verde.  O marketing nesse ramo cultua a palavra verde, ainda que,co menos estardalhaço fale no hidrogênio azul que têm o gás natural como fonte primária de energia.  No primeiro caso, trata-se de a “mineração” de água  com a separação do H2 do O num processo denominado eletrôlise, já conhecido há tempos e que requer massivos aportes de eletricidade.  “Verde” se essa eletricidade for de origem solar ou eólica.

O hidrogênio “verde” só se viabiliza com elevados créditos de carbono que, evidentemente, serão pagos ao consumidor final pela substituição de um combust´ível sujo por um limpo.  Lá! A questão central é a de sempre: qual o benefício disso para países como o Brasil, que exportarão energia limpa e água sem a retenção de impostos locais, com a eletrólise feita em “zonas de processamento industrial”?

Além disso, alguma geração de emprego nas áreas de solar e eólica de grande porte, já amplamente dominadas por capitais estrangeiros num ciclo em que a escassez de energia no Brasil tende a se acentuar e os preços a aumentarem.

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Concessões capengas de água esgoto

As privatizações ou concessões do setor de saneamento à iniciativa privada no Brasil não é algo novo.  O exemplo de uma única concessão por diversos municípios da Região dos Lagos já ocorreu há cerca de 25 anos, concessão estendida por mais 5 sem por uma agência regulatória estadual bem frágil e nada transparente.  Os benefícios ambientais para a lagoa de Araruama foram desprezíveis ou mesmo contraproducentes.

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Máscaras não evitam a transmissão de vírus e podem ser danosas à saúde física e mental

Um estudo feito por um cardiologista veterano de Stanford concluiu que o uso de máscaras não é efetivo para evitar a transmisão dos vírus.  Como o estudo, cujo original pode ser acessado aqui, publicado na Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA / Instituto Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês), certamente não ganhará destaque na mídia convencional brasileira, optamos por uma tradução dos principais trechos (mantendo a sua estrutura de apresentação, ainda que isso implique no risco da “leitura desnatada” e mesmo da já batida acusação inquisitorial de “negacionismo” que se difundiu no Brasil para tentar bloquear opiniões divergentes).

No entanto, vale lembrar que 13 dos 50 estados norte-americanos já não exigem máscaras em nenhuma situação, o mesmo acontecendo com passeios ao ar livre em Israel, na Suíça (onde fica a séde da tal OMS) e na Suécia (que teve um percentual menor de óbitos do que a Inglaterra).  Fora isso, na Ásia… .bem, aí é outro assunto.

O título do estudo é: Máscaras faciais na era do Covid 19 – Uma hipótese de saúde. 

O estudo concluiu que as máscaras não são efetivas para bloquear a transmissão do Covid 19 e na realidade podem causar deterioração da saúde e até a morte prematura. O que há de novo nisso?  Ninguém sabe, já que a  OMS, no passado especializada em coletar estudos científicos das várias partes do mundo e sumarizá-los, nunca recomendou o seu uso.

Quem achar cansativa a Introdução e as Hipóteses, pode e deve passar diretamente à Fisiologia da Respiração.

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O CDC “genocida” e o rápido esvaziamento da OMS

Como agora virou moda, no Brasil e apenas no Brasil, acusar oponentes políticos/partidários de “genocidio” e de “fascista” – coisa de gente que não sabe o que é/foi qualquer das duas coisas , o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA talvez possa ser incluído na primeira categoria, já que reviu as suas posições e passou a afirmar o óbvio: o risco de transmissão do Covid 19 (como de qualquer vírus) através de superfícies é praticamente nulo, ou posto de forma genérica, inferior a 1:10.000.

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Que fim terá a OMS quando os EUA se considerarem livres da pandemia?

Nos EUA, os índices de óbitos devidos ou atribuídos ao Covid (como uma das causas mortis) vêm se mantendo em queda desde meados de janeiro de 2021, quando os índices de vacinação ainda eram desprezíveis.

 

 

 

 

 

 

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