Máscaras não evitam a transmissão de vírus e podem ser danosas à saúde física e mental

Um estudo feito por um cardiologista veterano de Stanford concluiu que o uso de máscaras não é efetivo para evitar a transmisão dos vírus.  Como o estudo, cujo original pode ser acessado aqui, publicado na Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA / Instituto Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês), certamente não ganhará destaque na mídia convencional brasileira, optamos por uma tradução dos principais trechos (mantendo a sua estrutura de apresentação, ainda que isso implique no risco da “leitura desnatada” e mesmo da já batida acusação inquisitorial de “negacionismo” que se difundiu no Brasil para tentar bloquear opiniões divergentes).

No entanto, vale lembrar que 13 dos 50 estados norte-americanos já não exigem máscaras em nenhuma situação, o mesmo acontecendo com passeios ao ar livre em Israel, na Suíça (onde fica a séde da tal OMS) e na Suécia (que teve um percentual menor de óbitos do que a Inglaterra).  Fora isso, na Ásia… .bem, aí é outro assunto.

O título do estudo é: Máscaras faciais na era do Covid 19 – Uma hipótese de saúde. 

O estudo concluiu que as máscaras não são efetivas para bloquear a transmissão do Covid 19 e na realidade podem causar deterioração da saúde e até a morte prematura. O que há de novo nisso?  Ninguém sabe, já que a  OMS, no passado especializada em coletar estudos científicos das várias partes do mundo e sumarizá-los, nunca recomendou o seu uso.

Quem achar cansativa a Introdução e as Hipóteses, pode e deve passar diretamente à Fisiologia da Respiração.

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O CDC “genocida” e o rápido esvaziamento da OMS

Como agora virou moda, no Brasil e apenas no Brasil, acusar oponentes políticos/partidários de “genocidio” e de “fascista” – coisa de gente que não sabe o que é/foi qualquer das duas coisas , o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA talvez possa ser incluído na primeira categoria, já que reviu as suas posições e passou a afirmar o óbvio: o risco de transmissão do Covid 19 (como de qualquer vírus) através de superfícies é praticamente nulo, ou posto de forma genérica, inferior a 1:10.000.

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Que fim terá a OMS quando os EUA se considerarem livres da pandemia?

Nos EUA, os índices de óbitos devidos ou atribuídos ao Covid (como uma das causas mortis) vêm se mantendo em queda desde meados de janeiro de 2021, quando os índices de vacinação ainda eram desprezíveis.

 

 

 

 

 

 

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Contribuições à segurança hídrica, à modernização do setor de saneamento e ao pensamento do BNDES

Muita falação sobre o “novo” marco legal do saneamento básico como grande salvador do setor, mas que não trás inovações significativas em relação à Lei de Saneamento Básico de 2007.

Na verdade, esta lei anterior teria sido mais do que suficiente se vontade política existisse para atrair mais investimentos privados para o setor.  De um modo geral, os prefeitos não gostam por preguiça mental, os governadores porque essas estatais são fonte de poder político paroquial e de interesses outros não declaráveis.

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Parques de papel com concessões feitas à meia boca

Numa jogada de marketing ambiental, o governo federal e alguns governos estaduais vêm promovendo a concessão de parques à iniciativa privada, ainda quando o poder público tenha fração desprezível das áreas dessas unidades de conservação e não haja qualquer previsão de metas para ampliar a infraestrutura de visitação.

Os números recentemente obtidos com base na Lei de Acesso à Informação – já que o ICMBio não gosta de divulgá-los – indicam a existência de parques nacionais criados há décadas com 0% de regularização fundiária, como é o caso do Parque Nacional da Serra da Capivara desde 1979.  Sá muitos os que têm percentuais de regularização irrisórios!  Como o poder público concede algo que não lhe pertence e jamais abre qualquer janela de diálogo formal com os legítimos proprietários?

Trata-se, aqui, de continuar debatendo conceitos fundamentais para que os parques cumpram com uma de suas principais funções: a visitação e o convívio com a natureza.  A situação se repete nos estados.

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