Covid 19 – Protocolos muito bem sucedidos a serem adotados em todos os estados e municípios


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Um grupo de médicos pediu ao excelente jornalista Alexandre Garcia que mediasse um encontro virtual para trocarem relatos de experiências bem sucedidas no combate ao Covid-19 com base em protocolos preventivos e profiláticos com o uso de medicamentos já conhecidos disponíveis no mercado brasileiro.

O debate pode ser encontrado no YouTube, no canal do jornalista.

Os relatos são extremamente importantes se considerarmos que o vírus persistirá, assim como ocorre com o H1N1, identificado pela primeira vez no México em 2009 contra o qual só se conseguiu uma vacina que confere imunidade parcial (um relatório do CDC de 2018 estimou a efetividade das vacinas contra H1N1 em 67%, enquanto a vacina contra a Influenza B é efetiva em 42% dos casos e a vacina contra a H3N2 é de apenas 25% – em todos os casos, vírus que ainda estão entre nós).

Como a conferência durou mais de 2 horas, destacamos aqui os três depoimentos que nos pareceram mais importantes, ainda que logo na abertura sejam listados os medicamentos seguros e os protocolos adotados para evitar a progressão da doença ou mesmo o simples  contágio.  Essa abertura, é importante para dar o contexto aos interessados e todos os depoimentos são excelentes!  Mas os destaques listados abaixo facilitam muito a disseminação das informações, já que cada depoimento não leva mais do que 10 a 15 minutos.

A primeira experiência bem sucedida é aquela narrada pelo Dr. Cássio Prado, prefeito de Porto Feliz, município de 50.000 habitantes no qual só ocorreram três óbitos – todos de pacientes que não fizeram o tratamento precoce ou profilático com Ivermectina e Hidroxicloroquina.  (Esse depoimento começa aos 19 minutos da conferência).

O segundo depoimento que merece destaque é o do Dr. Roberto Zeballos, que se inicia aos 48 minutos, pouco depois de alguns problemas técnicos.   O Dr. Zeballos narra a experiência muito bem sucedido do Pará, até mesmo com remédios administrados por via oral.  “Depois de 15 dias, a curva caiu tanto e não voltou a aumentar”.

A narrativa da terceira experiência extremamente bem sucedida começa na primeira hora da conferência, com a Dra. Luciana Cruz, e aprofunda-se de maneira brilhante, além de surpreendente, com a exposição da Dra. Vânia Brilhante, infectologista da Unimed – Belém, que saiu de uma estratégia que, segundo ela própria, não havia dado certo, para outra abordagem que, numa única semana, levou ao fim do colapso do sistema hospitalar dessa operadora de saúde.

Vale assistir pelo menos a essas três narrativas, documentadas com números, já que o vírus não sabe ler decretos, as contaminações se dão dentro de casa e dos hospitais – como já aconteceu em Nova York onde até cerca de 80% dos contágios ocorreram em pessoas que estavam isoladas em suas casas -, e não é possível parar cidades, estados, um país e o mundo sem provocar sofrimentos e danos muito maiores ao próprio sistema de saúde pública ou privada.

Publicado por

Luiz Prado

Quando estudante de Economia, já no segundo ano da faculdade, caiu-me nas mãos o relatório Limites para o Crescimento, encomendado pelo Clube de Roma ao MIT. Para quem não sabe, o Clube de Roma era um encontro anual de dirigenes de grandes corporações para dividir mercados. No período anterior, Agnelli propôs que discutissem, também, fontes de suprimento de matérias-primas. Como não tinham as informações, encomendaram o estudo sobre o tema ao MIT. Limites para o crescimento era algo impensável na teoria econômia! - e os economistas ainda continuam medindo o mundo pelo tal crescimento do PIB! Daí para apaixonar-me por recursos naturais foi um pulo. E passei a vida trabalhando sobre o tema.

O que você pensa a respeito?