Carta aberta aos cidadãos e governos do mundo – Alianças Mundial de Médicos


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A Aliança Mundial de Médicos escreveu uma Carta aberta a todos os cidadãos e seus governos no mundo sobre o que afirma ser uma catastrófica sucessão de erros relacionados ao tal Covid 19.  A carta, divulgada em 10.10.2020, já tem mais de 41.000 assinaturas.

Afinal, no começo o objetivo era achatar a curva.  E aí virou essa confusão!

Nela, afirma-se, entre outras coisas, que (a) na história das doenças respiratórias as pessoas assintomáticas nunca foram veículos de contágio”, (b) a “pandemia” (sic) já terminou desde junho de 2020, (c) existem tratamentos preventivos e tratamentos precoces bastante seguros e efetivos que nos fazem pedir pelo fim imediato de lockdowns e medidas de distanciamento social, assim como do uso de máscaras, testes de indivíduos saudáveis, rastreamentos, passaportes de imunidade e vacinas.

“Há toda uma lista de políticas não científicas e insensatas que infringem nossos direitos inalienáveis como a liberdade de ir e vir, de expressão e de reunião.  Essas medidas totalitárias e draconianas nunca mais devem ser repetidas.”

Segundo os autores, o Covid mostrou-se muito menos mortal na Inglaterra do que a gripe sazonal, e países que não fizeram nenhum lockdown como Suécia, Japão, Taiwan, Coréia do Sul e Bielorrússia tiveram muito menos casos de mortes como percentual de suas populações, enquanto a esmagadora maioria das mortes ocorreram entre pessoas idosas e muito idosas, ou com doenças graves pré-existentes,

“As regras para assinar os atestados de óbito foram mudadas apenas para os casos de Covid, de maneira que os médicos não precisaram nem ter visto fisicamente os pacientes para assinar esses atestados, pessoas foram colocadas na lista de mortes por Covid por mera suspeita, e qualquer atestado com a referência ao Covid entre as causas da morte passou a figurar na contagem de mortes por Covid.”

A Carta praticamente ridiculariza os testes PCR pelas mais diversas razões, e afirma que 90% desses testes positivos não significam nada, nem que os indivíduos estão infectados ou podem transmitir o vírus.

“A crise nunca vai acabar se esperarmos por zero positivos nesses testes.  Fragmentos do vírus permanecem no corpo das pessoas por várias semanas após a recuperação de uma infecção.  Testar pessoas saudáveis e assintomáticas é uma iniciativa insensata, não científica e um colossal desperdício de dinheiro.  Os custos, na Inglaterra, chegarão a 2/3 do total do orçamento anual da área de saúde pública.”

A carta segue defendendo a hidroxicloroquina que “tem uma taxa de 90% de cura quando associada ao Zinco e adotada nos estágios iniciais do contágio, com riscos menores do que Benadryl ou Tylenol”.

E ainda aponta um bom número de conflitos de interesses – dando nome aos bois – entre os cientistas que se posicionaram contra medicamentos de domínio público ou tratamento precoce, algo que já tinha sido feito por Didier Raoult, o renomado epidemiologista / virologista de Marseille.

“Uma corrida para a vacina certamente não é algo de melhor para o interesse público e isentar os fabricantes de responsabilidades sobre os danos dessas vacinas é certamente algo contrário ao interesse público”.

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“Pensar ainda é permitido” – como afirma Didier Raoult.  Neste ponto, vale ressaltar que nenhum país jamais adotou uma vacina compulsória contra o H1N1 – que ainda circula entre nós -,  em nenhum lugar além de segmentos da política partidária mais rasteira do Brasil governos discutem a vacina compulsória.  E, não menos importante, a vacina recentemente anunciada como tendo um alto índice de efetividade usa material genético alterado, o que implica em sério risco adicional já que se incorpora a genética do paciente ou da “vítima”.

 

Publicado por

Luiz Prado

Quando estudante de Economia, já no segundo ano da faculdade, caiu-me nas mãos o relatório Limites para o Crescimento, encomendado pelo Clube de Roma ao MIT. Para quem não sabe, o Clube de Roma era um encontro anual de dirigenes de grandes corporações para dividir mercados. No período anterior, Agnelli propôs que discutissem, também, fontes de suprimento de matérias-primas. Como não tinham as informações, encomendaram o estudo sobre o tema ao MIT. Limites para o crescimento era algo impensável na teoria econômia! - e os economistas ainda continuam medindo o mundo pelo tal crescimento do PIB! Daí para apaixonar-me por recursos naturais foi um pulo. E passei a vida trabalhando sobre o tema.

O que você pensa a respeito?