O CDC “genocida” e o rápido esvaziamento da OMS


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Como agora virou moda, no Brasil e apenas no Brasil, acusar oponentes políticos/partidários de “genocidio” e de “fascista” – coisa de gente que não sabe o que é/foi qualquer das duas coisas , o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA talvez possa ser incluído na primeira categoria, já que reviu as suas posições e passou a afirmar o óbvio: o risco de transmissão do Covid 19 (como de qualquer vírus) através de superfícies é praticamente nulo, ou posto de forma genérica, inferior a 1:10.000.

Em palavras simples, não base “científica” – a palavra também virou moda na boca de leigos – para garçons esfregarem álcool nas mesas antes das pessoas se sentarem, frequentadores de academias ficaram freneticamente limpando os aparelhos antes e depois do uso, e por aí afora.

Aliás, talvez o Hospital Sírio Libanês possa ser incluído no rol dos “negacionistas” e daqueles que “disseminam fake news a serem censuradas pelos checadores de notícias e infratores de regras da comunidade” quando afirma que o uso de água e sabão para desinfetar as mãos é tão eficiente quanto o uso de “alkingel”, como se poder ver aqui.

Essas são algumas das verdades que a grande imprensa convencional não gosta de divulgar.  Essa imprensa pode ser considerada um tanto anacrônica diante da migração das informações e sobretudo dos anunciantes para a mídia eletrônica.

Enfim, há outras informações importantes mantidas sob um manto de silêncio.  Entre elas, o número de estados norte-americanos nos quais as atividades produtivas, educacionais e mesmo de lazer já estão total ou quase totalmente liberadas, assim como o fato de que muitos estados não exigem mais sequer o uso de máscaras.  O número desses estados vem crescendo e as decisões não estão estatisticamente correlacionadas às taxas de aplicação de vacinas.

Na verdade, em 16 de abril de 2021 só cinco estados norte-americanos não haviam levantado total ou quase totalmente quaisquer restrições, como mostra o mapa abaixo (atualizado com regularidade pelo New York Times).

Da mesma forma, 20 estados dos EUA não exigem sequer o uso de máscaras e outros três só fazem essa exigência para situações específicas, como se pode ver abaixo.

Como se não bastasse, uma pesquisa feita no início de abril mostrou que 25% dos cidadãos norte-americanos simplesmente não querem tomar a vacina contra o Covid 19 e outros 5% permaneciam indecisos.  Como a imprensa mastodôntica e os militantes “de esquerda” gostam de ofender ou desmoralizar, talvez considerem que são “meros” 65 a 70 milhões de “negacionistas”.

Da mesma forma, outra pesquisa – feita no início de março de 2021 – indicou que dos trabalhadores na área da saúde 18% não tinham a intenção de tomar as vacinas para esse vírus e outros 12% permaneciam hesitantes.   “Cruz credo”, um número tão alto de “negacionistas” que precisam ser “convencidos” porque são “ignorantes”.

Por lá, algumas instituições já estão pagando até US$ 500 para que eles tomem as vacinas.  Isso seria convencimento ou suborno?

Ah – o “fique em casa” já está restrito a 4 estados, como se pode ver na imagem destacada acima deste artigo.

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Em países sérios, avançados, nem mesmo na Suíça onde fica a sede da OMS, as autoridades não ficam fazendo referências às recomendações dessa instituição, mas seguem suas próprias regras.

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por

Luiz Prado

Quando estudante de Economia, já no segundo ano da faculdade, caiu-me nas mãos o relatório Limites para o Crescimento, encomendado pelo Clube de Roma ao MIT. Para quem não sabe, o Clube de Roma era um encontro anual de dirigenes de grandes corporações para dividir mercados. No período anterior, Agnelli propôs que discutissem, também, fontes de suprimento de matérias-primas. Como não tinham as informações, encomendaram o estudo sobre o tema ao MIT. Limites para o crescimento era algo impensável na teoria econômia! - e os economistas ainda continuam medindo o mundo pelo tal crescimento do PIB! Daí para apaixonar-me por recursos naturais foi um pulo. E passei a vida trabalhando sobre o tema.

O que você pensa a respeito?