Intermezzo – A fundação do IV Reich


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No momento assistimos à fundação do IV Reich em nome do medo de um vírus que tem letalidade entre 0,2 – 0,5% (dos casos reportados), contra 30% de letalidade da va´´ríola (doença já considerada erradicada.

Por razões ainda desconhecidas mas das quais se pode suspeitar, frascos de varíola foram encontrados recentemente numa unidade de pesquisa da Merck.  Comunicado, FBI abriu investigações que perdem muito em indepência porque o CDC rapidamente entrou na jogada, e o CDC é, hoje, apenas um defensor do faturamento da grande indústria farmacêutica.

A varíola estava amplamente presente entre os migrantes europeus para os EUA no início do século 18!  A doença não  deteve toda aquele impulsto conquista da liberdade e de uma nova terra para viver sem a fome e sem a ganância dos barões ingleses.  Pessoas contaminadas por varíola tinham a pele raspada no esforço de transmitir a doença em doses mínimas para as pessoas saudáveis, o que – dizem alguns estudos – que assim alcançaram uma redução de 30 para 3% de sobrevientes ao contágio.  Antecedentes das vacinas que não envolviam o DNA (como todas as vacinas até recentemente).

Há dois pontos de vista em conflito sobre (a) como foi criado o Covid19 e (b) se há tratamentos precoces (esta palavra perdeu todos os sentidos e ganhou um sentido exclusivamente político-partidário).

Essas dúvidas e conflitos só existem na cabeça de otários.

Primeiro, o vírus foi desenvolvido num laboratório em Wuhan num projeto ao menos parcialmente pago pelo governo norte-americano via o seu Serviço  Naconal de Saúde – NHS  (já que projetos para aumentar o nível de contágio ou “ganho de função” de vírus danosos é proibido em território norte-americano).  Isso já está amplamente comprovado pelos depoimentos do Fauci no Senado americano.  O  nível de envolvimento  direto das autoridades centrais chinesas permanece obscuro pois a grana fluiu através de uma ONG em acordo direto com o Laboratório em  Wuhan.

Seja como for, Fauci foi e peça chave da grande indústria farmacêutica ocidental, com o apoio de gente como Bill Gates que, declaradamente, ganhou muito dinheiro com esta última pandemia.

Não se trata da “conspiracionismo”, ainda que conspirações ocorram o tempo todo no mundo dos grandes negócios.  Não é pequeno o número de pessoas que  passam a ter interesses em comum quando há muita grana no horizonte!  Grandes corporação norte-americanas colaboraram com o III Reich e o extemínio de judeus, e nunca foram responsabilizadas por isso ou sequer se desculparam.

Segundo ponto, o tratamento  “precoce”.  Uma único  argumento – primário, elementar, básico – demole a ausência de pensamento dos que diseeram que não havia tratamento precoce e menos ainda reposcionamento de moléculas

O tratamento deve ser precoce para qualquer doença – do câncer a AIDs, da tuberculose à pneumonia, da pressão alta à obesidade.  Precoce signfica que  idenfiticados os primeiros sintomas, passa-se ao tratamento.

Quanto ao reposiconamento de moléculas, tomemos o exemplo mais recente para o qual não houve uma “bala de prata”: a AIDs (nunca descobriram uma vacina, apesar dos rios de recursos para a pesquisa na área).

Os primeiros tratamentos – al´em daqueles para reduzir sintomas e dores – foram moléculas reposicionadas que havia sido desenvolvidas para o tratamento de câncer, sem sucesso na década de 1960.  O zidovudine, testado no tratamento da Aids, pelo menos prologava a vida das pessoas contagiadas.  E começou a ser vendido sob o nome de AZT após aprovação em tempo recorde pela FDA em 1986 – 4 meses, quando usualmente esse tipo de aprovação levava anos.

Ressalte-se que o AZT não cura a Aids, além de ser tóxico para o fígado.  Na época, o AZT alcançou o preço recorde de US$ 16.500 / ano / paciente (em dólares atuais).  Foi muita bondade da grande indústria farmacêutica pegar um medicamento que já estava arquivado por inutil havia décadas.  Um comportamento verdadeiramente humanitário.  Coisa da Gilead, que hoje se encontra por trás da vacina da Pfizer.

Nos anos subsequentes, foram desenvolvidos e aprovados vários medicamentos mais eficientes, e até mesmo alguns preventivos, como o Truvada, ainda que sem garantias de 100% de eficîência.

Voltando à varíola e sua elevada taxa de letatidade, ficam duas questões: (a) alguém deveria ser impedido de testar todas as possíveis soluções (exatamente como no caso do HIV)?  Imagine-se o estado determinando formas de tratamento e “distanciamento social” ou restrições à livre circulação das pessoas à época da varíola, em plena conquista do Oeste norte-americano.

Nem na gripe espanhola que, estima-se, matou cerca de 50 milhões de pessoas no mundo e infectou algo como 1/3 da população total do planeta, nenhuma autoridade teve a ousadia de fechar comércios, serviços em geral, determinar horários de circulação nas ruas, ou imbecis travestidos de médicos saíram declamando o mantra do “fique em casa até sentir falta de ar”.  As quarententas eram para quem estava doente, e não para os que estavam saud´áveis e muito menos para a população em geral, indiscrminadamente.

Esses surtos de autoritarismo extremados só aconteceram no  nazismo e no stalinismo com os judeus ou desafetos do sistema!  E tantos foram os experimentos médicos durante o III Reich com os judeus que depois do final da guerra levaram ao  Código de Nuremberg  exatamente para que não fossem mais feitos experimentos cient´ficos com  humanos sem antes realizá-los com animais e sem o consentimento prévio de cada indivíduo em pleno domínio de suas faculdades mentais.

Outros povos, inclusive os EUA, já tinam feito testes de sífilis com negros, mas esse é outro assunto.

Desde que a presidente da Comissão Européia, Ursula von Der Leyen, declarou-se abertamente favorável ao esquecimento do Código de Nuremberg e da vacinação compulsória – sem votação em plenário – e que a Áustria aprovou a vacinação cocmpulsória, circulou nas redes sociais uma foto dela e do CEO da Pfizer com aparência de celebração e cumplicidade.  A foto ilustra a abertura deste post.

A foto talvez devesse ser censurada por… indecência.

 

 

 

Publicado por

Luiz Prado

Quando estudante de Economia, já no segundo ano da faculdade, caiu-me nas mãos o relatório Limites para o Crescimento, encomendado pelo Clube de Roma ao MIT. Para quem não sabe, o Clube de Roma era um encontro anual de dirigentes de grandes corporações para dividir mercados. No período anterior, Agnelli propôs que discutissem, também, fontes de suprimento de matérias-primas. Como não tinham as informações, encomendaram o estudo sobre o tema ao MIT. Limites para o crescimento era algo impensável na teoria econômica! - e os economistas ainda continuam medindo o mundo pelo tal crescimento do PIB! Daí para apaixonar-me por recursos naturais foi um pulo. E passei a vida trabalhando sobre o tema sob as mais diversas óticas.

O que você pensa a respeito?