Concessões capengas de água esgoto

As privatizações ou concessões do setor de saneamento à iniciativa privada no Brasil não é algo novo.  O exemplo de uma única concessão por diversos municípios da Região dos Lagos já ocorreu há cerca de 25 anos, concessão estendida por mais 5 sem por uma agência regulatória estadual bem frágil e nada transparente.  Os benefícios ambientais para a lagoa de Araruama foram desprezíveis ou mesmo contraproducentes.

Continuar lendo Concessões capengas de água esgoto

Crivella e o meio ambiente urbano

Não é de se esperar que muitos prefeitos entendam o que são as complexas questões ambientais de nossos tempos ou sequer se interessem por elas, ainda mais quando não conseguem fazer um mínimo em matéria de drenagem e esgotamento sanitário.  Mas destruir o que é bom em nome de tolices já é demais.

Aos fatos do que anda fazendo a administração Crivella com o escasso dinheiro público.

Continuar lendo Crivella e o meio ambiente urbano

Witzel e Crivella estão se lixando para o saneamento

Em concessões onerosas, o que vai para o caixa da poder público deixa de ser investido no setor.  Esse é o X do problema na “privatização” da Cedae, seja lá qual for o modelo adotado (no caso, melhor seria dizer fatiamento)..

Há cerca de 2- 3 anos, governo federal fez o BNDES emprestar dinheiro para o governo do estado do Rio de Janeiro  dando como garantia as ações da Cedae.  Foi um ação puramente política e de “contabilidade criativa”, já que ninguém sabia quanto valiam as ações da da empresa estadual de saneamento.

E como o BNDES não teve a decência de exigir sequer a diretoria financeira da empresa no período em que deteve R$ 3,5 bilhões do dinheiro público em ações da empresa, perdeu imensa oportunidade de melhorar o seu desempenho e de minimizar a sangria.

Agora, aproxima-se a data da liquidação da dívida e o BNDES afirma ter um “modelo” de privatização” que quase certamente é puramente financeiro, sem envolver aspectos fundamentais de engenharia, tecnologia, potencial recuperação de perdas, ou mesmo da avaliação de ativos (depreciação e necessidade de substituição das redes, por exemplo).

Não houve uma due diligence de engenharia e, se bobear, esses caras vão para a licitação com o prazo mínimo previsto na lei, 180 dias!  Aí só participa quem estiver tendo acesso a informações privilegiadas.

Mas Witzel e Crivella já começaram a disputar um naco da bufunfa das concessões onerosas que excedam o valor da dívida.  Nenhum dos dois está realmente interessado em saneamento.  Como nunca estiveram.

Continuar lendo Witzel e Crivella estão se lixando para o saneamento

Lagoa de Marapendi – Já é passada a hora de revisar conceitos

Muitas atividades podem ser feitas nos parques nacionais dos países sérios.  Aqui, na página dos parques do governo do Canadá, algumas das atividades desportivas e de lazer que podem ser praticadas em seus rios e lagos, que incluem, é claro, canoagem (lá, a água de degelo é demasiadamente fria para o contato direto, ainda que ele não seja proibido).

No Brasil onde os parques e similares são criados e administrados por “ambientalistas”, biólogos, botânicos, engenheiros florestais e profissionais similares, nada é permitido.   A presença humana é banida e depois reclamam que as pessoas não amam a natureza.

No caso das lagos da Barra, a ideia de esportes aquáticos é muito limitada, diminuindo drasticamente o potencial turístico e de lazer da população da região e da cidade do Rio de Janeiro.

Continuar lendo Lagoa de Marapendi – Já é passada a hora de revisar conceitos

Brasil: as devastações da mineração. Desta vez, Braskem agindo como a Vale

Uma Chernobyl não radioativa ameaça transformar vários bairros de Maceió em paisagens lunares.  Novamente, descontroles de atividades da mineração com graves prejuízos para a sociedade.  Desta vez, a Braskem, sucessora da Salgema.  O vídeo a seguir é excelente introdução à catástrofe já em andamento.

Continuar lendo Brasil: as devastações da mineração. Desta vez, Braskem agindo como a Vale