Carta aberta aos cidadãos e governos do mundo – Alianças Mundial de Médicos

A Aliança Mundial de Médicos escreveu uma Carta aberta a todos os cidadãos e seus governos no mundo sobre o que afirma ser uma catastrófica sucessão de erros relacionados ao tal Covid 19.  A carta, divulgada em 10.10.2020, já tem mais de 41.000 assinaturas.

Afinal, no começo o objetivo era achatar a curva.  E aí virou essa confusão!

Nela, afirma-se, entre outras coisas, que (a) na história das doenças respiratórias as pessoas assintomáticas nunca foram veículos de contágio”, (b) a “pandemia” (sic) já terminou desde junho de 2020, (c) existem tratamentos preventivos e tratamentos precoces bastante seguros e efetivos que nos fazem pedir pelo fim imediato de lockdowns e medidas de distanciamento social, assim como do uso de máscaras, testes de indivíduos saudáveis, rastreamentos, passaportes de imunidade e vacinas.

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Os vícios e erros do BNDES na concessão de parques nacionais (entre outras)

O BNDES também erra, e longe!  E muito, em particular nos processos de concessão ou seja lá que nome de fantasia derem, como PPI.  A grande prova disso foi a concessão de serviços de água e esgoto na Região Metropolitana de Alagoas, quando o edital estabeleceu um preço mínimo de R$ 15 milhões e a melhor oferta, logo na abertura dos envelopes, foi de R$ 2 bilhões.  Em qualquer empresa privada, um erro dessa ordem daria demissão.

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Como calcular a letalidade da pandemia – Um guia do CDC dos EUA X Registro Civil no Brasil

Um certificado de óbito emitido por um médico não é sempre uma coisa tão simples quanto parece.  Por essa razão, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças – CDC na sigla em inglês – lançou uma espécie de “manual” online para que os médicos não cometam erros – que também são mais frequentes do que se pensa, como será visto abaixo, nos histogramas de barras do Cartório do Registro Civil do Brasil.

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Começa a cair a máscara da política do pânico relacionada ao coronavírus

A Universidade de Stanford conduziu um primeiro https://www.latimes.com/california/story/2020-04-17/coronavirus-antibodies-study-santa-clara-county que mostra que o número de pessoas contagiadas em Santa Clara pode ser entre 50 e 85 vezes os números oficiais (aqui, os trechos sublinhados levam aos links).

Em palavras simples, pela primeira vez foi medido o número de pessoas que têm os anticorpos mas não a “doença”.  Afinal, os cientistas que não surfam no pânico, na vacina, nas aparentemente altas taxas de mortalidade – sempre afirmaram que cerca de 80% das pessoas contaminadas seriam assintomáticas.  Mas essa informação foi jogado para debaixo do tapete.  Afinal, se considerados esses números, as taxas de mortalidade caem vertiginosamente e muita gente poderá voltar ao trabalho.

Diante dos resultados de Stanford, a paquidérmica OMS protestou e disse que não há garantias de que essas pessoas já estão imunizadas, ainda que apresentem os anticorpos.

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Witzel e Crivella estão se lixando para o saneamento

Em concessões onerosas, o que vai para o caixa da poder público deixa de ser investido no setor.  Esse é o X do problema na “privatização” da Cedae, seja lá qual for o modelo adotado (no caso, melhor seria dizer fatiamento)..

Há cerca de 2- 3 anos, governo federal fez o BNDES emprestar dinheiro para o governo do estado do Rio de Janeiro  dando como garantia as ações da Cedae.  Foi um ação puramente política e de “contabilidade criativa”, já que ninguém sabia quanto valiam as ações da da empresa estadual de saneamento.

E como o BNDES não teve a decência de exigir sequer a diretoria financeira da empresa no período em que deteve R$ 3,5 bilhões do dinheiro público em ações da empresa, perdeu imensa oportunidade de melhorar o seu desempenho e de minimizar a sangria.

Agora, aproxima-se a data da liquidação da dívida e o BNDES afirma ter um “modelo” de privatização” que quase certamente é puramente financeiro, sem envolver aspectos fundamentais de engenharia, tecnologia, potencial recuperação de perdas, ou mesmo da avaliação de ativos (depreciação e necessidade de substituição das redes, por exemplo).

Não houve uma due diligence de engenharia e, se bobear, esses caras vão para a licitação com o prazo mínimo previsto na lei, 180 dias!  Aí só participa quem estiver tendo acesso a informações privilegiadas.

Mas Witzel e Crivella já começaram a disputar um naco da bufunfa das concessões onerosas que excedam o valor da dívida.  Nenhum dos dois está realmente interessado em saneamento.  Como nunca estiveram.

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