Os vícios e erros do BNDES na concessão de parques nacionais (entre outras)

O BNDES também erra, e longe!  E muito, em particular nos processos de concessão ou seja lá que nome de fantasia derem, como PPI.  A grande prova disso foi a concessão de serviços de água e esgoto na Região Metropolitana de Alagoas, quando o edital estabeleceu um preço mínimo de R$ 15 milhões e a melhor oferta, logo na abertura dos envelopes, foi de R$ 2 bilhões.  Em qualquer empresa privada, um erro dessa ordem daria demissão.

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Como calcular a letalidade da pandemia – Um guia do CDC dos EUA X Registro Civil no Brasil

Um certificado de óbito emitido por um médico não é sempre uma coisa tão simples quanto parece.  Por essa razão, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças – CDC na sigla em inglês – lançou uma espécie de “manual” online para que os médicos não cometam erros – que também são mais frequentes do que se pensa, como será visto abaixo, nos histogramas de barras do Cartório do Registro Civil do Brasil.

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Começa a cair a máscara da política do pânico relacionada ao coronavírus

A Universidade de Stanford conduziu um primeiro https://www.latimes.com/california/story/2020-04-17/coronavirus-antibodies-study-santa-clara-county que mostra que o número de pessoas contagiadas em Santa Clara pode ser entre 50 e 85 vezes os números oficiais (aqui, os trechos sublinhados levam aos links).

Em palavras simples, pela primeira vez foi medido o número de pessoas que têm os anticorpos mas não a “doença”.  Afinal, os cientistas que não surfam no pânico, na vacina, nas aparentemente altas taxas de mortalidade – sempre afirmaram que cerca de 80% das pessoas contaminadas seriam assintomáticas.  Mas essa informação foi jogado para debaixo do tapete.  Afinal, se considerados esses números, as taxas de mortalidade caem vertiginosamente e muita gente poderá voltar ao trabalho.

Diante dos resultados de Stanford, a paquidérmica OMS protestou e disse que não há garantias de que essas pessoas já estão imunizadas, ainda que apresentem os anticorpos.

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Witzel e Crivella estão se lixando para o saneamento

Em concessões onerosas, o que vai para o caixa da poder público deixa de ser investido no setor.  Esse é o X do problema na “privatização” da Cedae, seja lá qual for o modelo adotado (no caso, melhor seria dizer fatiamento)..

Há cerca de 2- 3 anos, governo federal fez o BNDES emprestar dinheiro para o governo do estado do Rio de Janeiro  dando como garantia as ações da Cedae.  Foi um ação puramente política e de “contabilidade criativa”, já que ninguém sabia quanto valiam as ações da da empresa estadual de saneamento.

E como o BNDES não teve a decência de exigir sequer a diretoria financeira da empresa no período em que deteve R$ 3,5 bilhões do dinheiro público em ações da empresa, perdeu imensa oportunidade de melhorar o seu desempenho e de minimizar a sangria.

Agora, aproxima-se a data da liquidação da dívida e o BNDES afirma ter um “modelo” de privatização” que quase certamente é puramente financeiro, sem envolver aspectos fundamentais de engenharia, tecnologia, potencial recuperação de perdas, ou mesmo da avaliação de ativos (depreciação e necessidade de substituição das redes, por exemplo).

Não houve uma due diligence de engenharia e, se bobear, esses caras vão para a licitação com o prazo mínimo previsto na lei, 180 dias!  Aí só participa quem estiver tendo acesso a informações privilegiadas.

Mas Witzel e Crivella já começaram a disputar um naco da bufunfa das concessões onerosas que excedam o valor da dívida.  Nenhum dos dois está realmente interessado em saneamento.  Como nunca estiveram.

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Marco regulatório do saneamento e mercados cativos – Carta aberta a Paulo Guedes e Tarcísio Gomes – II

Na forma proposta preliminarmente, a mera privatização / concessão à iniciativa privada de áreas hoje cativas da Cedae mas que seria obrigadas a comprar água da empresa estadual pode ser dificultada (a) pelo inexistência de uma auditoria técnica sobre a capacidade da empresa de fornecer água nas quantidades e na qualidade previamente especificadas ao longo dos prazos das concessões e (b) pelo preço que se pretenda cobrar por essa água.

A experiência da disputa original sobre o tema com a Águas de Niterói merece ser revisitada.  Da mesma maneira, as alternativas oferecidas pela Cedae às indústrias do Distrito Industrial de Santa Cruz e arredores durante a última “crise hídrica”, todas mal sucedidas são excelentes indícios de incompetência ou grande limitações técnicas, além da percepção de que é possível abusar dos clientes cativos.  Não foi diferente a proposta para abastecer o Polo Petroquímico do Rio de Janeiro e, pior ainda, o delírio de usar água de reuso da Estação de Tratamento de Alegria a ser bombeada pelo fundo da Baía de Guanabara.

Os eventos recentes com o fornecimento de água de péssimo sabor e odor foi um bom alerta.  E a cúpula do INEA mente quando diz que a ocupação das margens dos rios é de competência municipal (apenas para tirar o corpo fora, já que essa não é a única e nem sequer a principal causa do problema.  Os reservatórios estão abandonados, o rio Paraíba do Sul já chega muito poluído de São Paulo,

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