Hidrog̻nio verde РUm lero-lero para os muito ricos?

Subitamente, surgiu uma nova conversa fiada para o controle das emissões globais causadoras de mudanças climáticas: o hidrogênio verde.  O marketing nesse ramo cultua a palavra verde, ainda que,co menos estardalhaço fale no hidrogênio azul que têm o gás natural como fonte primária de energia.  No primeiro caso, trata-se de a “mineração” de água  com a separação do H2 do O num processo denominado eletrôlise, já conhecido há tempos e que requer massivos aportes de eletricidade.  “Verde” se essa eletricidade for de origem solar ou eólica.

O hidrogênio “verde” só se viabiliza com elevados créditos de carbono que, evidentemente, serão pagos ao consumidor final pela substituição de um combust´ível sujo por um limpo.  Lá! A questão central é a de sempre: qual o benefício disso para países como o Brasil, que exportarão energia limpa e água sem a retenção de impostos locais, com a eletrólise feita em “zonas de processamento industrial”?

Além disso, alguma geração de emprego nas áreas de solar e eólica de grande porte, já amplamente dominadas por capitais estrangeiros num ciclo em que a escassez de energia no Brasil tende a se acentuar e os preços a aumentarem.

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Tóquio – Uma Herança Verdadeira das Olimpíadas de 2020

O prefeito/governador de Tóquio (como é o caso de nosso Distrito Federal), resolveu investir num legado de verdade das Olimpíadas que lá se realizarão em 2020: hidrogênio como combustível tanto para a geração de eletricidade quanto para o transporte público.  Enfim, algo que dá um forte impulso numa tecnologia já desenvolvida e que necessita de apoio institucional para a redução de seus custos. Continuar lendo Tóquio – Uma Herança Verdadeira das Olimpíadas de 2020